Aprendizagem, em que os pais podem ajudar?
A família desempenha
um papel importante na formação do indivíduo, pois permite e possibilita a
constituição de sua essencialidade. É nela que o homem concebe suas raízes e
torna-se um ser capaz de elaboração alargador, de competências próprias. A
família é, portanto, a primeira instituição social formadora da criança. Dela
depende em grande parte a personalidade do adulto que a criança virá a ser.
Aliada à família a escola é a segunda instituição social formadora da criança, cabendo a estas duas instituições uma relação de parceria no processo de aprendizagem da criança. Neste contexto muitos pais se questionam: Como deixar o processo mais divertido? O que posso fazer para ajudar meu filho a escrever com prazer? Devo pressionar meu filho para ele aprender rápido?Infelizmente, para muitas famílias, a vida escolar do filho só é, de fato, valorizada e reconhecida, quando a criança ingressa na classe de alfabetização, no entanto é preciso levar em consideração que a alfabetização acontece desde o momento em que a criança entra em contato com o mundo letrado. Por isso é fundamental oferecer estímulos para que as crianças entrem em contato com as letras e números de forma prazerosa e contextualizada.
O processo de aprendizagem da língua escrita não é fácil e requer muito trabalho e empenho de todos os envolvidos. Ele engloba muitos aspectos que dizem respeito não só à maturidade cognitiva, mas também à maturidade emocional do(a) aluno(a), sendo um processo que se inicia na Educação Infantil e se consolida no 1°. Ano do Ensino Fundamental.
Em todo o processo de alfabetização é muito importante que sejam propiciadas situações em família com o objetivo de que a criança leia e escreva, independente das tarefas enviadas pela escola, que, com certeza, não irão suprir esta demanda.O "exercício" da escrita e leitura se faz, muitas vezes, de forma não sistematizada, por isso a família tem um papel estratégico. Como diz Emília Ferreiro: "...permite-se e estimula-se que a criança tenha interação com a língua escrita nos mais variados contextos".Algumas dicas podem ajudar neste processo:
- Busque, fora do contexto escolar, situações para leitura e escrita, optando por textos e livros mais simples, curtos e de fácil entendimento. Podem também ser textos escritos pela própria criança ou pelo adulto. Incentive-o a confeccionar listas de supermercado, bilhetes, agendas, diários, entre outros.
- Tire as dúvidas, leia e escreva as palavras que a criança não conseguir ler ou escrever.
- Se perceber que seu filho(a) está com muitas dificuldades, reveze a escrita e a leitura com ele(a) de palavras simples.
- Utilize jogos de memória ou quebra-cabeças que relacionem figuras e letras, figuras e sílabas.
- Demonstre motivação, paciência e interesse pelo que a criança está escrevendo e lendo. Encontre tempo e disponibilidade para acompanhar as tarefas de seu filho(a).
- Busque horários e locais adequados para as tarefas de casa e para as atividades de "letramento". Mesmo motivadas, a escrita e a leitura não podem competir, por exemplo, com a televisão, com o irmão muito menor que mexe em tudo, com os videogames, com o horário do desenho predileto ou do playground, entre outros.
- Se a criança demonstrar desinteresse pelo convite à escrita e leitura, não desista. Busque outro horário, outro momento, insista, mas sempre com bom senso.
- Visite bibliotecas e livrarias com a criança e exercite com ela a escolha de títulos. Busque conhecer suas preferências literárias. Você pode se surpreender...
- Não deixe de sempre fazer a leitura dos livros já utilizados pela escola nos anos anteriores e de outros títulos que você oportunizar a ele.
- Utilize alguns sites que oferecem jogos e atividades que oportunizem o contato com a escrita:
Aliada à família a escola é a segunda instituição social formadora da criança, cabendo a estas duas instituições uma relação de parceria no processo de aprendizagem da criança. Neste contexto muitos pais se questionam: Como deixar o processo mais divertido? O que posso fazer para ajudar meu filho a escrever com prazer? Devo pressionar meu filho para ele aprender rápido?Infelizmente, para muitas famílias, a vida escolar do filho só é, de fato, valorizada e reconhecida, quando a criança ingressa na classe de alfabetização, no entanto é preciso levar em consideração que a alfabetização acontece desde o momento em que a criança entra em contato com o mundo letrado. Por isso é fundamental oferecer estímulos para que as crianças entrem em contato com as letras e números de forma prazerosa e contextualizada.
O processo de aprendizagem da língua escrita não é fácil e requer muito trabalho e empenho de todos os envolvidos. Ele engloba muitos aspectos que dizem respeito não só à maturidade cognitiva, mas também à maturidade emocional do(a) aluno(a), sendo um processo que se inicia na Educação Infantil e se consolida no 1°. Ano do Ensino Fundamental.
Em todo o processo de alfabetização é muito importante que sejam propiciadas situações em família com o objetivo de que a criança leia e escreva, independente das tarefas enviadas pela escola, que, com certeza, não irão suprir esta demanda.O "exercício" da escrita e leitura se faz, muitas vezes, de forma não sistematizada, por isso a família tem um papel estratégico. Como diz Emília Ferreiro: "...permite-se e estimula-se que a criança tenha interação com a língua escrita nos mais variados contextos".Algumas dicas podem ajudar neste processo:
- Busque, fora do contexto escolar, situações para leitura e escrita, optando por textos e livros mais simples, curtos e de fácil entendimento. Podem também ser textos escritos pela própria criança ou pelo adulto. Incentive-o a confeccionar listas de supermercado, bilhetes, agendas, diários, entre outros.
- Tire as dúvidas, leia e escreva as palavras que a criança não conseguir ler ou escrever.
- Se perceber que seu filho(a) está com muitas dificuldades, reveze a escrita e a leitura com ele(a) de palavras simples.
- Utilize jogos de memória ou quebra-cabeças que relacionem figuras e letras, figuras e sílabas.
- Demonstre motivação, paciência e interesse pelo que a criança está escrevendo e lendo. Encontre tempo e disponibilidade para acompanhar as tarefas de seu filho(a).
- Busque horários e locais adequados para as tarefas de casa e para as atividades de "letramento". Mesmo motivadas, a escrita e a leitura não podem competir, por exemplo, com a televisão, com o irmão muito menor que mexe em tudo, com os videogames, com o horário do desenho predileto ou do playground, entre outros.
- Se a criança demonstrar desinteresse pelo convite à escrita e leitura, não desista. Busque outro horário, outro momento, insista, mas sempre com bom senso.
- Visite bibliotecas e livrarias com a criança e exercite com ela a escolha de títulos. Busque conhecer suas preferências literárias. Você pode se surpreender...
- Não deixe de sempre fazer a leitura dos livros já utilizados pela escola nos anos anteriores e de outros títulos que você oportunizar a ele.
- Utilize alguns sites que oferecem jogos e atividades que oportunizem o contato com a escrita:
- Ao final da leitura de um livro ou texto, comente
sua opinião sobre o que foi lido e pergunte o que ele(a) achou, de que parte
mais gostou, se indicaria para outra pessoa, entre outros. Isso é fazer a
criança perceber a "função social da leitura e da escrita", afinal,
não se aprende a ler e escrever somente para fazer tarefas escolares.
-
Incentive e elogie cada avanço e conquista, afinal, a apropriação do código
escrito não é uma tarefa fácil.- É comum que os pais tenham dúvidas sobre o
processo. Se isso acontecer, busque conversar com o professor de seu filho ou
com a supervisão pedagógica.
Importante: Divirta-se e
emocione-se com este momento mágico e surpreendente da vida de seu filho(a),
pois ele tende a passar muito rápido.








